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Terapia de Reprogramação- Thetahealing

Conte-me 15- Qual a necessidade de decepcionar-se?Como livrar-se desse condicionamento?
Sabemos que a decepção vem da não-realização de uma projeção criada por nós em relação ao outro. Mas por que insistimos em processos como esses? Provavelmente já tivemos várias decepções e talvez neste exato momento estejamos caminhando para mais uma. Quais condicionamentos estamos mantendo? Há vários deles que podem alimentar essa dinâmica em nossas relações, no entanto, todas eles passam pela mesma porta de entrada para se instalar através de crenças. Falo da projeção que vem da expectativa de que o outro preencha algo que não estamos conseguindo preencher por conta própria. E quando isso acontece, há decepção, há vazio. E é este mesmo vazio o sintoma do próprio abandono, que na realidade está escondendo uma decepção com a gente mesmo, encoberta através das relações interpessoais. Como trocar a decepção pela surpresa? Veja quais as características dessas pessoas que te agradaram no começo do relaciona…
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Musicoterapia- Tente outra vez?! Toca Raul!O que te faz ter medo de uma nova tentativa? Por que tantos reinícios?Novas tentativas são sempre inícios em busca de um propósito antes já almejado, mas qual razão está por trás de tantos recomeços e poucos finais felizes? Novas chances, novas oportunidades que negamos a nós mesmos. Para que sabotarmos nosso sucesso e felicidade? A resposta está no final, literalmente, não é do reinício que temos medo, mas da repetição do fim, de ser apenas mais um recomeço. É nesse final "dejavú" que está a causa de nossa acomodação com aquilo que vivemos hoje, mesmo que cause nossa infelicidade, e assim aceitamos a crença de que somos fracassados. O fracasso remete a rejeição, e é nela que reside toda visão de não merecermos colher os louros por aquilo que acreditamos, e então preferimos nem mesmo nos dar uma nova chance. A pergunta então é: Quem nos rejeitou a ponto de criarmos um ciclo limitado de conquistas? A partir de quando acreditamos que no…
É uma ovelha negra? Agradeça!  Rebelde, ovelha negra, geração nem-nem. Há algo de positivo nessa dinâmica que esquecemos de reconhecer.
Há algo de fundo, muito positivo, que muitas vezes não percebemos porque estamos apenas olhando o lado negativo deste prisma. Ao olharmos pela ótica da constelação, entendemos que o "rebelde" é aquele que encerrou um ciclo dentro do grupo onde está inserido, a ovelha negra. Dentro desta mesma linha, percebemos que o rebelde é a representação do subconsciente daquele coletivo. O rebelde é o porta-voz do pedido de socorro !Em relação as últimas gerações, elas são contrárias  a dinâmica da "obrigação"- não quer dizer que tenha que ter irresponsabilidade com o outro. É um padrão comportamental no qual livra-se da obrigatoriedade de cumprir um arquétipo do "way of life", do modo de vida comum para todos sem respeitar identidades. Há, como embasamento destas pessoas, a liberdade de construir a vida conforme seus preceitos mais ínti…
Por que não queremos ser fortes?
Ao chamarmos alguém de forte, estamos o qualificando como um indivíduo com alta capacidade de lidar com situações difíceis, que possui perfil corajoso, com poder de ação, dentre outros adjetivos. Sendo assim, por qual razão não iríamos querer essa força como atributo nosso? Qual a vantagem de abrir mão de tal trunfo? Pense neste exato momento em uma pessoa que seja sua referência de força, e perceba como ela é acolhida normalmente quando está com um problema. Vemos os fortes como uma espécie de seres dotados de dons incomuns, e assim, nos vemos quando projetamos nos tornarmos fortes também. Muitas vezes, o forte pela sua capacidade de autonomia é mal acolhido, e até mesmo mal visto, no entanto, ninguém quer ser visto ou tratado assim, não queremos ser taxados como arrogantes, sem ao menos termos nossa história respeitada. Inúmeras vezes nos referimos a uma pessoa forte como se ela não precisasse "tanto" de carinho, de atenção, do nosso colo, e é ne…
Por que brigamos com nossas forças sagradas?
Sabemos do Sagrado Feminino e Masculino, mas como de fato usamos essas forças? Ao entrarmos no assunto, pensamos na questão do empoderamento, mas a questão é: tanto homens, quanto mulheres, estão empoderando-se para tornarem-se o quê? O homem por milênios toliu a mulher, mas ele também nunca soube usar a sua força, a usou de modo perverso, afinal, sempre temeu a complementariedade do feminino. Há um grande sentimento de anulação quando fala-se em complemento, como se perdesse algo de si para o outro ocupar em nós, mas é uma percepção equivocada, de que o dual é contrário, e não COMPLEMENTAR. Este movimento acaba gerando crenças permissivas ao invés de integrativas sobre o propósito das relações. É como se concordássemos em sermos completos ou não, e essa programação vem exatamente do prisma equivocado da integração do dual.
Crenças como essas levam ao desentendimento entre dois seres sagrados, que passam a brigar dentro de suas próprias forças.
DI…
Conte-me 14- Como saber se o outro te vê apenas como projeção? 
Dizer que em nenhum momento nos projetamos no outro, ou o outro se projeta em nós, é utópico. Afinal, a partir do momento que criamos expectativas já estamos potencialmente nos projetando em um outra pessoa. A projeção em si não é nociva, serve até mesmo para nos dar uma diretriz daquilo que queremos  (queremos aquilo que acreditamos nos faltar, por isso também é um estímulo ao próprio desenvolvimento). O problema se dá quando estamos numa relação em que há anulação de quem somos, ou de quem é o outro, e caso o processo não seja interrompido, podemos alastrar este mesmo processo para outras relações.  Mas como saber se estou sendo a projeção alheia?  DIRETO AO PONTO A resposta é simples, veja quem é você na relação, e se o outro relaciona-se com você como é, ou se tenta a todo momento te "transformar em algo que insisti ser você ". Isso não quer dizer que o outro não possa fazer movimentos para te mostrar outro…
Reencontrando velhos amigos? É um sinal?

De tempos em tempos a vida parece colocar numa esteira pessoas que há muito não víamos, e da noite para o dia, todas essas pessoas resolvem desfilar na esteira do tempo diante de nossos olhos. Alguns dizem que quando estamos fechando ciclos em nossa vida, recebemos visitas para uma despedida para nossa partida -pode ser- mas, independente desta crença, há neste movimento uma oportunidade de TROCA DE PERCEPÇÃO DE SI MESMO. Há mudanças que ocorrem de forma extremamente subconsciente e anímicas, assim não as percebemos. Contudo, ao nos encontrarmos com velhos amigos, temos a oportunidade de constatarmos nossas novas características e habilidades que muitas vezes queríamos tanto tê-las, e não as percebemos como já sendo nossas, não as reconhecemos.  É um MOMENTO VALIOSO para assistirmos nossos próprios passos dados, independente do ritmo, pois estamos caminhando em direção a um IDEAL DE NÓS MESMOS!  Sei que há momentos em que reencontramos velhos a…